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Como relatar exatamente o que se passa na alma instigada pelos efeitos da insularidade? (…) Ao ilhéu o mar nunca passa indiferente, uma vez que lhe limita os horizontes, dá-lhe o sustento e alimenta a suas fantasias”.  Ser ilhéu é ser “embarcadiço“.

Salvi, Rejane.  Panorama Açoriano. Instituto  Cultural de Ponta Delgada. 1990.

Foto: Canoa Bordada. Fátima Barreto