A Minha Aldeia  – Crônicas, narrativas pessoais, Memória. (2004)
Norma Bruno

Peso:220g

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A partir de suas lembranças pessoais e “estórias” de família, Norma Bruno reconstrói retalhos da Memória de Florianópolis, sua Aldeia, dando vida aos lugares e personagens já quase esquecidos como a D. Lídia Traça, o Bispo, a Pandorga, o Papo-Amarelo, a Barca-Quatro, a Martha Rocha, o Bento e o Job e sua inseparável Conceição. Para a autora “aldeia é qualquer lugar para onde se queira voltar porque é essencialmente o lugar da saudade. É tudo aquilo que me inspira amorosidade e onde, envolvida pela emoção do pertencimento, eu sei quem sou”. E, por fim, pergunta: “E por falar nisso, a tua aldeia… Onde fica?”.

Capa – Criação do músico e artista visual João José Da Silva inspirada na leitura do livro. Retrata o chalé onde a autora passou a infância, tema de uma de suas crônicas, e a presença do mar, influência fundamental em sua obra. A ermida remete ao tradicional marco de fundação das antigas e pequenas cidades.

Do prefácio –“ os momentos em que viveu na árvore de sua vida “o caquizeiro”, o encontro com a Traça nas escadarias da Catedral e outros cotidianos relatos são de uma riqueza imensa quando esta aldeã faz sua declaração de amor à sua terra”.

Jone Cezar de Araújo

Presepista e Pesquisador da Cultura de Base Açoriana em Santa Catarina


Cenas Urbanas e Outras Nem Tanto – Crônicas e contos (2012)
Norma Bruno

Peso:260g

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O livro faz uma homenagem à ideia de “cidade”, uma das mais bem sucedidas criações humanas. São narrativas construídas a partir do que a autora viu e ouviu dentro do transporte público e em seus bordejos pelas ruas de Florianópolis. “Muito do que se lê aqui aconteceu, de fato, do jeito que é narrado; muito mistura realidade e fantasia. O resto é inventado. Mas, a considerar a vasta criatividade humana e as possibilidades que uma cidade oferece, tudo bem que podia ter acontecido…”.

Capa – Obra do consagrado grafiteiro Thiago Valdi. Graffiti de Renda de Bilro sobre tampa de bueiro de uma rua de Florianópolis. A imagem resume o livro cujas crônicas e contos alternam os cenários urbano e rural da Ilha de Santa Catarina.

Do prefácio – “Na verdade, o livro também poderia chamar-se ‘A alma encantadora das ruas de Floripa’. São mil e um acontecimentos característicos e significativos do cotidiano, figuras humanas muito próximas, fatos miúdos comoventes ou cômicos. Particularmente, tenho certeza que Cenas Urbanas e Outras Nem Tanto está entre os melhores textos que tive a oportunidade de ler sobre a nossa perturbadora, mas bem amada cidade”.

Silveira de Souza 

Escritor


Prosa, Quase Poesia ou Vice-Verso – Poemas em Prosa (2015)
Norma Bruno

Peso:160g

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Reúne os escritos breves de Norma Bruno que aqui envereda pelos descaminhos da Poesia. O texto é livre, despretensioso, e a rima, quando existe, ocorre por acidente. A linguagem é a da prosa e a Poesia dá as caras mais como um cacoete, um vício do olhar encantado – às vezes cômico, às vezes assustado – com que a autora vê o mundo.

Capa – Criação coletiva de Adriana de Vasconcellos, João de Assis e Norma Bruno. Execução da designer gráfica Adriana de Vasconcellos. Colagem orgânica e instintiva inspirada nos poemas do livro.

Do prefácio – Na abertura do livro a autora escreveu:

“Se, como diz o Mia Couto, ‘cada palavra é um vidro em que se corta o poeta’, então estes são os cacos onde lanhei minhas veias”.

Norma Bruno


Nelito e as Rosas Rubras – Trajetória e Missão do Fundador da SERTE – Biografia. Memória da Instituição. Memória de Florianópolis.(2017)
Organização: Lenir Wolter
Texto e Pesquisa: Norma Bruno

Peso:380g

O livro narra a inspiradora trajetória de Nelito, apelido de Leonel Timóteo Pereira, o empresário catarinense arrojado e bem-sucedido, uma pessoa comum, ocupada com preocupações cotidianas – trabalho, negócios, família, educação dos filhos, que, em um determinado momento descobre sua missão, abraça-a e faz dela a sua razão de viver. Com isso acaba construindo uma obra humanitária extraordinária, a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação – SERTE.

Capa – Criação da designer Adriana de Vasconcellos. Mostra o rico entalhe e a arte de uma Roda de Carroção Cigano, imagem que remete à história fundadora da Instituição.

Do prefácio – “Resgatar a história da SERTE, a partir do seu fundador, representa uma elogiável inciativa. Terminada a leitura, passagens maravilhosas permanecem na mente como mensagens de ouro para estes dias impactantes e sombrios”.

Moacir Pereira

Jornalista e Escritor

* (Os direitos da obra foram doados à SERTE por Lenir Volter. Preço e aquisição consultar a Instituição: www.serte.org.br ou www.facebook.com/serte.org)


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A Minha AldeiaCenas Urbanas e Outras Nem TantoProsa, Quase Poesia ou Vice-Verso